Página inicial >> Antroposofia >> Aforismos, versos e textos de Rudolf Steiner
Esta é uma coletânea de aforismos, versos, frases e partes de textos escritos por Rudolf Steiner (ver sua biografia cronológica), ou por ele pronunciados em suas palestras ou em ocasiões especiais. Cada item é acompanhado do original em alemão, desde que disponível e já introduzido, com exceção de textos em prosa relativamente grandes com tradução publicada. Vários dos versos foram dados por Steiner a determinadas pessoas, às vezes como dedicatórias em livros. Os versos com conteúdo espiritual podem ser usados como temas de meditação. Para salientar a métrica poética intencional no original alemão, em alguns versos algumas sílabas ou palavras foram sublinhadas; o reconhecimento dessa métrica e dos ritmos apontados é de VWS. GA é a abreviatura de Gesamtausgabe, edição completa das obras de Steiner (com 354 volumes, sendo os 45 primeiros com seus livros e escritos e os outros em geral textos registrados de suas palestras). A fonte de cada item é referida pelo número GA, eventual palestra e a página onde se encontra na edição citada nas referências dadas no fim desta coletânea.
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[...] As grandes obras de arte têm um efeito tão imenso
por estarem profundamente relacionadas com o sentido da ordem universal.
Em tempos antigos, sem que o soubessem, os artistas estavam vinculados
ao sentido da ordem universal por meio de uma consciência abafada.
Mas a arte se extinguiria, não teria continuidade, se no futuro
a ciência espiritual, como conhecimento dessas coisas [da ordem
universal], não lhe desse um novo fundamento. |
Deshalb wirken die grossen Kunstwerken so ungeheuer, weil sie tief
verbunden sind mit dem Sinn des Weltenordnung. In früheren Zeiten
waren die Künstler verbunden mit dem Sinn der Weltenordnung in
dumpfen Bewusstsein, ohne dass sie es wussten. Aber die Kunst würde
ersterben, würde keine Fortzetzung erhalten, wenn nicht in Zukunft
die Geisteswissenschaft als Wissen von diesen Dingen der Kunst eine
neue Grundlage gäbe. |
| Fonte: GA 132, palestra de 14/11/1911, p. 60. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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A quem entende o sentido da linguagem, A quem ouve a alma da linguagem, A quem vivencia o espírito da linguagem, A quem sabe amar a linguagem, Assim quero coração e sentido E no amor |
Wer der Sprache Sinn versteht, Wer der Sprache Seele hört, Wer der Sprache Geist erlebt, Wer die Sprache lieben kann, So will ich Herz und Sinn Und in der Liebe |
| Fonte: GA 40, p. 259. Trad. das 4 primeiras estrofes: Günther Kollert; rev. destes e trad. dos restantes: VWS; rev. geral: SS. Este verso foi dado por Steiner para o início das aulas de língua antiga na primeira escola Waldorf, Stuttgart, 26/11/1922 (cf. GA 40, p. 299). Col. LJ. | ||
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Isso é de fato o segredo da iniciação moderna:
chegar à vivência do espírito transcendendo as palavras.
Isso não é algo que vai contra a sensação
da beleza do idioma. Pois precisamente quando não se pensa mais
no idioma, começa-se a senti-lo e a deixá-lo fluir, como
elemento da sensação em si mesmo e a partir de si. Mas
isso é algo que hoje deve começar a ser almejado pelos
seres humanos. |
.Das ist ja in der Tat das Geheimnis der modernen Einweihung: über
die Worte hinauszukommen zum Erleben des Geistigen. Das ist nichts,
was gegen die Empfindung der Schönheit der Sprache verstösst.
Denn gerade dann wenn man nicht mehr in der Sprache denkt, dann fängt
man an, die Sprache zu empfinden und als Empfindungselement in sich
und von sich strömen zu haben. Aber das ist etwas, was von dem
Menschen heute erst angestrebt werden muss. |
| (Novo 3/8/10) Fonte: GA 233, palestra de 13/1/1924, pp. 242-3. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo,
Eu quero viver, não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
E não para encobrir o medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor
E não por temer as consequências de minhas palavras.
Não quero acreditar em algo só por medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser
amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo
a mim.
Por medo de errar não quero me tornar inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por
medo de não me sentir seguro no novo.
Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de ser ignorado.
Por convicção e amor quero fazer o que faço e deixar
de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio de dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que existe em mim.
Fonte: Arte Médica Ampliada
revista da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica.
Ano XXX, No. 1 (outono, 2010), p. 41.
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Temos que extirpar da alma, com a raiz, todo medo e terror daquilo que, do futuro, vem ao encontro do ser humano. Serenidade frente a todos os sentimentos e sensações perante o futuro o ser humano deve adquirir. Encarar com absoluta equanimidade tudo aquilo que possa vir, e pensar somente que o que vier, virá a nós de uma direção espiritual plena de sabedoria. | Wir müssen mit der Wurzel aus der Seele ausrotten Furcht und Grauen vor dem, was aus der Zukunft herandrängt an die Menschen. Gelassenheit in Bezug auf alle Gefühle und Empfindungen gegen die Zukunft muss sich der Mensch aneignen. Mit absolutem Gleichmut dem entgegensehen, was da kommen mag, da es durch die weisheitsvolle Weltenführung uns zukommt. |
| Em todo momento temos que fazer o que é correto e deixar o restante entregue ao futuro. Isso é o que temos que aprender em nossa época: viver em pura confiança, sem qualquer segurança existencial, confiando na ajuda sempre presente do mundo espiritual. | Wir haben jeden Augenblick das Rechte zu tun und alles andere der Zukunft überlassen. Es gehört zu dem, was wir in dieser Zeit lernen müssen, aus reinem Vertrauen zu leben, ohne jede Daseinssicherheit, aus dem Vertrauen in die immer gegenwärtige Hilfe der geistigen Welt | |
| Realmente, hoje em dia não pode ser de outra forma, se não quisermos que a coragem submerja. Disciplinemos firmemente nossa vontade, e procuremos a revelação (*) a partir do interior, todas as manhãs e todas as noites. | Wahrhaftig, anders geht es heute nicht, wenn der Mut nicht sinken soll. Nehmen wir unseren Willen in Zucht und suchen die Erleuchtung [Entwiecklung?(*)] von Innen jeden Morgen und jeden Abend. | |
| Fonte: Parte de uma palestra proferida em 27/11/1910, não estenografada, e que não está na coleção das obras completas (GA). Esse texto foi distribuído por D. Hagemann. Trad. SALS e VWS. (*) Há dúvidas no original; foi escolhida a forma mais usada. | ||
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Nossa vida é um contínuo pendular entre o compartilhar
o acontecimento geral do mundo e nosso existir individual. Quanto mais
nós nos elevamos na natureza geral do pensar, onde o aspecto
individual nos interessa, em última instância, somente
como exemplo, como exemplar do conceito, tanto mais perde-se em nós
o caráter do ser particular, da personalidade única bem
definida. Quanto mais nós descemos nas profundezas da própria
vida e deixamos nossos sentimentos ressoarem com a experiência
do mundo exterior, tanto mais nos separamos da existência universal.
Uma verdadeira individualidade será aquela pessoa, que atinge
o ponto mais elevado da região das idéias com seus sentimentos.
[...] |
Unser Leben ist ein fortwährendes Hin- und Herpendeln zwischen
dem Mitleben des allgemeinen Weltgeschehens und unserem individuellen
Sein. Je weiter wir hinaufsteigen in die allgemeine Natur des Denkens,
wo uns das Individuelle zuletzt nur mehr als Beispiel, als Exemplar
des Begriffes interessiert, desto mehr verliert sich in uns der Charakter
des besonderen Wesens, der ganz bestimmten einzelnen Persöhnlichkeit.
Je weiter wir herabsteigen in die Tiefen des Eigenlebens und unsere
Gefühle mitklingen lassen mit der Erfahrungen der Aussenwelt, desto
mehr sondern wir uns ab von dem universellen Sein. Eine wahrhafte Individualität
wird derjenige sein, der am weitesten hinaufreicht mit seinen Gefühlen
in die Region des Ideelen. [...] |
| Fonte: GA 4, pp. 83-84, cap. IV, Die Menschliche Individualität ("A individualidade humana"). Ênfase do autor. Trad. VWS, rev. SALS. Na ed. traduzida, p. 80. | ||
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No conhecimento normal, como sujeitos do conhecimento estamos conscientes
de nosso pensar, de nossas vivências anímicas, por meio
das quais conquistamos o conhecimento. [...] Procuramos os objetos,
na medida em que observamos a natureza e a vida humana, na medida em
que experimentamos algo. [...] Nós somos o sujeito, e o que nos
confronta são os objetos. |
In der gewöhnlichen Erkenntnis sind wir uns bewusst unseres Denkens,
überhaupt unserer inneren Seelenelrebnisse, durch die wir uns Erkenntnis
erwerben, als Subjekt der Erkenntnis. [...] Wir suchen die Objekte,
indem wir die Natur beobachten, indem wir das Menschenleben beobachten,
indem wir experimentieren. [...] Wir sind das Subjekt; das, was an uns
herantritt, sind de Objekte. |
| Fonte: GA 305, palestra de 20/8/1922, pp. 77-78. Trad. VWS. | ||
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Permanecer calmamente nas |
Ruhiges Verweilen an den |
| Fonte: GA 40, p. 204. Na p. 295 está escrito que esse verso foi escrito em um Novo Testamento, em 4/4/1906. Trad. VWS. | ||
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Na origem está o pensamento, |
Im Urbeginne ist der Gedanke, |
| Fonte: GA 40, p. 97. De uma palestra de 7/3/1914. Trad. VWS; rev. SALS. Obs.: este é um dos versos que Steiner deu como variação das primeiras linhas do Evangelho de João. | ||
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No pensar, clareza |
Im Denken Klarheit, |
| Fonte: GA 40, p. 135. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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No meu pensar vivem pensamentos cósmicos,
Assim eu não termino nos limites do cosmo
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In meinem Denken leben Weltgedanken,
So ende ich nicht bei Weltenenden
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| Fonte: GA 40, p. 87. Na p. 292 consta: "Caderno de anotações" (Notizblatt). Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Nas amplas distâncias do universo |
In weiten Weltenfernen |
| Fonte: GA 61, p. 29, palestra de 19/10/1911. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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O pensar é o tradutor O desenvolvimento do ser humano é A chave para o mundo do espírito |
Das Denken ist der Dolmetsch Entwicklung des Menschen ist: Der Schlüssel zur Geisteswelt |
| Fonte: GA 40, p. 208. Na p. 277 consta: "Livro de hóspedes da família Rietmann, St. Gallen, 21/11/1919". Trad. VWS. | ||
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Compenetra-te com capacidade de fantasia |
Durchdringe dich mit Phantasiefähigkeit, |
| Fonte: GA 293, palestra de 4/9/1919, p. 156. Col. LL. | ||
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Ilumina o Sol Tece a alma Oh procura, tu alma |
Es leuchtet die Sonne Es webet die Seele O suche, du Seele |
| Fonte: GA 40, p. 47. Este é o primeiro verso de um grupo de quatro, com o título "Planetenantz", "Dança dos Planetas". Ritmos assinalados: anfíbraco/iambo.Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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Conhecimento verdadeiro de si próprio só é dado
ao ser humano, |
Wirkliche Selbsterkenntnis wird dem Menschen nur zuteil, |
| Fonte: GA 40, p. 227. Trad. VWS. | ||
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Queres conhecer-te a ti próprio, |
Willst du dich selbst erkennen, |
| Fonte: GA 40, p. 158, palestra de 9/11/1923. Trad. VWS. | ||
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Conhece o ser humano a si próprio: |
Erkennt der Mensch sich selbst: |
| Fonte: GA 40, p. 249. Ritmo assinalado: iambo. Trad. VWS. | ||
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Procura na periferia do universo: |
Suche im Umkreis der Welt: |
| Fonte: GA 40, p. 249. Trad. VWS; rev.: GYS. | ||
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Procura em teu próprio ser, Procura no interior de tua alma: |
Suche im eigenen Wesen, In deiner Seele Innerem suche: |
| Fonte: GA 40, p. 237. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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Trevas, Luz, Amor Encontrar-se em espírito, Contemplar-se no ser humano, |
Finsternis, Licht, Liebe Dem Stoff sich verschreiben, Im Geiste sich finden, Im Menschen sich schauen, |
| Fonte: GA 40, p. 171, palestra de 17/4/1924 do GA 309, p. 77. Ritmo assinalado: anfíbraco. Trad. SALS. Este verso encontra-se também no GA 308, palestra de 11/4/1924, p. 88. | ||
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Procurar o "sentido da vida", significa dirigir-se para dentro do labirinto da alma; não adianta nada, a partir desse labirinto, novamente reencontrar-se no ar livre da realidade comum; pois, tendo retornado, perdeu-se assim outra vez o "sentido da vida". |
Den "Sinn des Lebens" suchen, heisst sich in das Labyrinth der Selele begeben; es hilft nichts, sich aus diesen Labyrinth wieder ins Freie der gemeinen Wirklichkeit zurückzufinden; denn ist man wieder zurück: hat man auch wieder den "Sinn des Lebens" verloren. |
| Fonte: GA 40, p. 198. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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O sentido do mundo concretiza a ação do ser humano |
Den Sinn der Welt verwirklicht die von Weisheit erleuchtete |
| Fonte: GA 40, p. 205. Na p. 278 está que esse verso foi escrito em um caderno de pensamentos de L. Kleeberg, em 8/1906. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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No momento em que desculpares, perante ti próprio, uma de tuas fraquezas, terás colocado uma pedra no caminho que deverá conduzir-te para o alto. |
In dem Augenblicke, wo du irgend eine deiner Schwächen vor dir selbst entschuldigst, hast du mir einen Stein hingelegt auf den Weg, der dich aufwärts führen soll |
| Fonte: HH 98, p. 52. De RE 83. Retradução: VWS; rev. SALS. | ||
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Oração dos sinos da noite Admirar o belo, |
Abendglockengebet Das Schöne bewundern, |
(Tradução de autor ainda desconhecido) Admira a beleza, |
| Fonte: GA 40, p. 84. Na p. 277 consta sobre esse verso a seguinte dedicatória escrita por Steiner: "Para o menino de 8 anos P.G. 1913". Ritmo assinalado: anfíbraco/iambo. Trad. VWS; rev. SALS. Obs.: na 7a. linha, "sentir" é de "ter sentimentos", e não de "ter sensações". Col. da tradução de autor desconhecido: LJ. | |||
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Alegrias são dádivas do destino, |
Freuden sind Geschenke des Schicksals, |
| Fonte: GA 40, p. 205. Na p. 286 está que esse verso foi escrito por Steiner numa de suas fotografias dadas a uma pessoa em 2/2/1906. Trad. VWS. | ||
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Queremos trabalhar deixando fluir para dentro do nosso trabalho aquilo que, partindo do mundo espiritual, deseja tornar-se humano em nós também de um modo anímico-espiritual e de um modo físico-corpóreo. |
Wir wollen arbeiten, indem wir einfliessen lassen in unsere Arbeit dasjenige, was aus der geistigen Welt heraus auch auf seelisch-geistige Weise und auf leiblich-physische Weise in uns Mensch werden will. |
| Fonte: GA 302, p. 176. Col. LL. Rev. SALS. | ||
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Procurem a vida realmente prática material O espírito, que é por nós dirigido para a matéria, |
Suchet das wirkliche praktische materielle Leben Der Geist, der von uns in die Materie geführt wird, |
| Fonte: GA 40, pp. 116-7. Na p. 297 consta: "Palestra em Stuttgart, 24/9/1919" (GA 192?). Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Quem sempre anseia pelo espírito, |
Wer stets zum Geiste strebt, |
| Fonte: GA 40, p. 204. Na p. 299 consta sobre esse verso que ele foi escrito por Steiner em uma de suas fotos dadas para uma senhora em 15/5/1906. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Sim, quem observa o mundo sem preconceito, sabe: com direcionamentos e com pontos de vista acontece que eles são precisamente isso: pontos de vista. Se eu tiver aqui uma árvore e a fotografo, dou aos senhores um retrato. O retrato é certamente formado daqui; o retrato tem uma aparência daqui, outra de lá, e os senhores poderiam dizer, se julgassem apenas a partir desse retrato: não se trata da mesma árvore. Assim há no mundo pontos de vista, concepções de mundo. Eles são sempre concebidos de um lado. Somente não se tornará um fanático, mas adequa-se à pluralidade, numa necessária universalidade, aquele que sabe que se deve observar as coisas dos lados mais diversos. |
Ja, wer die Welt unbefangen betrachtet, der weiss: mit Richtungen und mit Standpunkten ist es eben so, dass es eben Standpunkte sind. Wenn ich einen Baum hier habe un ihn photographiere, gebe ich Ihnen ein Bild. Das Bild ist bestimmt gestaltet von hier; das Bild schaut anders aus von hier, das Bild schaut wieder anders von dort; während Sie sagen können: Das ist ja nicht derselbe Baum , wenn Sie ihn nur nach dem einen Bilde beurteilen. So gibt es in der Welt Standpunkte, Weltanschauungen. Sie sind immer nur von der einen Seite aus gefasst. Nur derjenige wird nicht fanatisch, sondern lebt sich ein in Allseitigkeit, in eine Notwendige Universalität, der weiss, dass man die Dinge von den verschiedensten Seiten betrachten muss. |
| Fonte: GA 305, palestra de 25/8/1922, p. 179. Ênfase do original. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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O ser humano só vê claramente no mundo exterior, |
Der Mensch sieht nur das klar in der Aussenwelt, |
| Fonte: GA 40, p. 196. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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O nível mais elevado na vida individual é o pensar conceitual sem considerar um determinado conteúdo de percepção. [Nesse caso] Determinamos o conteúdo de um conceito por meio de pura intuição a partir da esfera ideal [das ideias]. Então, inicialmente, um tal conceito não possui uma relação com determinadas percepções. Quando penetramos na vontade sob a influência de um conceito que aponta para uma percepção, isto é, uma representação mental, então essa percepção nos determina pelo desvio feito por meio do pensamento conceitual. Quando agimos sob a influência de intuições, a mola propulsora de nossa ação é o pensar puro. |
Die höchste Stufe des individuellen Lebens ist das begriffliche Denken ohne Rücksicht auf einen bestimmten Wahrnehmungsgehalt. Wir bestimmen den Inhalt eines Begriffes durch reine Intuition aus der ideelen Sphäre heraus. Ein solcher Begriff enthält dann zunächst keinen Bezug auf bestimmte Wahrnehmungen. Wenn wir unter dem Einflusse eines auf eine Wahrnehmung deutenden Begriffes, das ist einer Vorstellung, in das Wollen eintreten, so ist es diese Wahnehmung, die uns auf dem Umwege durch das begriffliche Denken bestimmt. Wenn wir unter dem Einflusse von Intuitionen handeln, so ist die Triebfeder unseres Handelns das reine Denken. |
| Fonte: GA 4, p. 115, cap. IX, Die Idee der Freiheit ("A ideia da liberdade"). Ênfase do autor. Trad. VWS; rev. SALS. Na ed. traduzida, p. 109. | ||
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Quem reflete e repara, mesmo que só um pouco, no processo que vivencia em sua alma quando se aproxima de qualquer tipo de conhecimento, poderá experimentar em si próprio que um caminho saudável para o conhecimento sempre tem seu ponto de partida na admiração, na surpresa sobre algo. Essa admiração, essa surpresa da qual tem de começar todo processo cognitivo, pertence justamente àquelas vivências anímicas que temos de considerar como as que trazem nobreza e vida ao que é sóbrio. Pois, o que seria qualquer conhecimento instalado em nossa alma, que não partisse da admiração? Seria, na verdade, um conhecimento totalmente imerso em sobriedade e pedantismo. Somente o processo que se passa na alma e que transcende a surpresa, partindo dela e conduzindo à felicidade alcançada pela solução dos enigmas, constitui o aspecto nobre e intimamente vivo do processo cognitivo. Em realidade, dever-se-ia sentir o elemento seco e ressecante de um conhecimento não emoldurado por esses dois movimentos da alma. O conhecimento sadio está emoldurado por admiração e felicidade diante do enigma solucionado. |
Wer nur ein wenig reflektiert und acht gibt den ganzen Vorgang in Erleben seiner Seele, wie er sich nähert irgendein Wissen, der wird schon an sich selbst erfahren können, dass ein gesunder Weg zum Wissen immer seinen Ausgangspunkt findet von dem Staunen, von der Verwunderung über irgend etwas. Dieses Staunen, diese Verwunderung, von der jeder Wissensprozess auszugehen hat, gehört geradezu zu jenen seelischen Erlebnissen, die wir bezeichnen müssen als diejenigen, welche in alles Nüchterne Hoheit und Leben hineinzubringen. Denn was wäre irgeindein Wissen, das in unserer Seele Platz greift, das nicht ausginge von dem Staunen? Es wäre wahrhaftig ein Wissen, das ganz eingetaucht sein müsste in Nüchternheit, in Pedanterie. Allein jener Prozess, der sich abspielt in der Seele, der von der Verwunderung hinführt zu der Beseligung, die wir empfangen von dem gelösten Rätseln, und der sich zuerst über der Verwunderung erhoben hat, macht das Hoheitsvolle und das innerlich Lebendige des Wissensprozesses aus. Man sollte eigentlich fühlen das Trockene und Vertrockene eines Wissens, das nicht von diesen beiden Gemütsbewegung sozusagen eingesäumt ist. Eingerahmt von Staunen und von Beseligung über das gelöste Rätsel ist das gesunde Wissen. |
| Fonte: GA 132, palestra de 5/12/1911, p. 82. Trad. SALS. Rev. VWS. | ||
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Dança da paz Germinam desejos da alma Eu sinto meu destino, Minha alma e o mundo são somente um.
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Friedenstanz Es keimen der Seele Wünsche, Ich fühle mein Schicksal, Meine Seele und die Welt sind Eines nur. Das Leben, es wird heller um mich,
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| Fonte: GA 40, p. 174. Ver também ZA 10, p. 139 e HH 98, p. 27. (Novos original e trad. 8/8/10.) Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Por que falamos hoje em dia tanto sobre a questão social? Porque nós nos tornamos completamente antissociais. Fala-se normalmente de maneira teórica principalmente sobre aquilo que não está presente na sensação e no instinto. Sobre o que neles está presente, não se fala teoricamente. Se houvesse sensibilidade social na humanidade, ouvir-se-ia muito pouco sobre teorias e agitações sociais. O ser humano torna-se teórico em algum campo quando lhe falta algo. Em verdade, as teorias são sempre sobre algo que não é real. Mas devemos hoje procurar a vida real, é isso que importa. Isso requer mais esforço do que desenvolver uma teoria. Mas o progresso humano não vai para frente, se ele não penetra realmente na vida, pois o espírito teórico é o que desintegrou nosso mundo, o que hoje aproxima nossa civilização do caos. E o espírito de vida é o único que pode conduzir-nos para frente. |
Warum reden wir heute so viel von der sozialen Frage? Weil wir durch und durch antisozial geworden sind. Man redet gewöhnlich theoretisch am allermeisten von dem, was in der Empfindung und in dem Instinkt nicht da ist. Was in der Empfindung un im Instinkt da ist, darúber redet man theoretisch nicht. Wäre soziale Empfindung in der Menschheit, würde man furchtbar wenig von sozialen Theorien und sozialen Agitationen hören. Theoretiker auf irgendeinem Gebiete wird der Mensch, wenn er etwas nicht hat. Die Theorien sind eingeintlich immer über dasjenige da, was nicht real ist. Aber wir müssen heute das reale Leben suchen, darauf kommt es vor allen Dingen an. Das erfordert mehr Mühe, als eine Theorie ausdenken. Aber der menschliche Fortschritt kommt auch in nichts weiter, wenn er sich nicht in das Leben wirklich hineinfindet, denn der theoretische Geist ist es, der unsere Welt heute zerklüftet hat, der unsere Zivilisation heute dem Chaos nahe bringt; der theoretische Geist ist es. Und der Lebensgeist, er wird uns einzig und allein weiterführen können. |
| (Novo 24/7/10) Fonte: GA 305, palestra de 28/8/1922, p. 220. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Salutar só é, quando (Este é o motivo condutor da ética social) |
Heilsam ist nur, wenn (Das ist das Motto der Sozialethik) |
| Fonte: GA 40, p. 256. Trad. VWS. | ||
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Afinal, o fato de a pessoa isolada sentir-se como individualidade não exclui que ela também se sinta unida a toda a humanidade. Na evolução humana ninguém tem o direito de se sentir como individualidade, caso não se sinta ao mesmo tempo membro de toda a humanidade. |
Denn dass der einzelne Mensch als Individualität sich fühlt, schliesst nicht aus, dass er auch mit der ganzen Menschheit sich verbunden fühlt. Man hat in der Menschheitsentwickelung nicht das Recht, sich als Individualität zu fühlen, wenn man sich nicht zu gleicher Zeit als Angehöriger der ganzen Menschheit fühlt. |
| Fonte: HH 98, p. 45. Do GA 305. Trad. UW. | ||
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Não importa que eu tenha uma opinião diferente da do outro, mas sim que o outro o correto por si próprio encontre se eu para isso com algo contribuir. |
Nicht darauf kommt es an, |
| Fonte: HH 98, p. 22. Do GA 95. Retradução: VWS. | ||
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Não importa a perfeição com a qual podemos realizar aquilo que deve provir da vontade, mas sim que seja uma vez realizado o que deve surgir aqui na vida, mesmo se ainda surja imperfeito, de modo que um começo seja feito! |
Nicht auf die Vollkommenheit in der wir ausführen können dasjenige, was gewollt werden muss, kommt es an, sondern darauf, dass das, was hier ins Leben treten muss, auch wenn es noch so unvollkommen ins Leben tritt, einmal getan wird, dass ein Anfang gemacht wird! |
| Fonte: HH 98, p. 63. De SH 88. (Novo 12/8/10) Trad. VWS. | ||
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Em realidade, na escola não devemos aprender para saber, mas devemos aprender para sempre podermos aprender com a vida. | Wir müssen eigentlich in der Schule nicht lernen, damit wir es können, sondern wir müssen eigentlich in der Schule lernen, damit wir vom Leben immer lernen können. |
| Fonte: GA 305, palestra de 16/8/1922, p. 22. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Não há, basicamente, em nenhum nível, uma outra educação que não seja a auto-educação. [...] Toda educação é auto-educação e nós, como professores e educadores, somos, em realidade, apenas o entorno da criança educando-se a si própria. Devemos criar o mais propício ambiente para que a criança eduque-se junto a nós, da maneira como ela precisa educar-se por meio de seu destino interior. | Es gibt im grunde genommen auf keiner Stufe eine andere Erziehung als Selbsterziehung. [...] Jede Erziehung ist Selbsterziehung und wir sind eigentlich als Lehrer und Erzieher nur die Umgebung des sich selbst erziehenden Kindes. Wir müssen die günstigste Umgebung abgeben, damit das Kind an uns sich so erzieht wie es sich durch sein inneres Schicksal erziehen muss. |
| Fonte: GA 306, palestra de 20/4/1923. Trad. VWS. | ||
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Não se deve dizer a si próprio: você deve derramar isto ou aquilo na alma da criança. Mas deve-se ter veneração frente ao seu espírito. Você não consegue desenvolver esse espírito; ele desenvolve-se por sí próprio. Compete a você afastar os obstáculos para o seu desenvolvimento, e trazer-lhe aquilo que lhe permite desenvolver-se. Você consegue afastar os obstáculos físicos e também um pouco os anímicos. Aquilo que o espírito deve aprender, ele o aprende devido ao fato de você lhe afastar esses obstáculos. Pela vida o espírito também já se desenvolve na juventude mais tenra. Mas sua vida é aquilo que o educador desenvolve em seu ambiente. | Man soll sich nicht sagen: du sollst dies oder jenes in die Kinderseele hineingiessen, sondern du sollst Ehrfurcht vor seinem Geiste haben. Diesen Geist kannst du nicht entwickeln, er entwickelt sich selber. Dir obliegt es, ihm die Hindernisse seiner Entwickelung hinwegzuräumen, und das an ihn heranzubringen, das ihn veanlasst, sich zu entwickeln. Du kannst dem Geist die Hindernisse wegräumen im Physischen und auch noch ein wenig im Seelischen. Was der Geist lernen soll, das lernt er dadurch, dass du ihm diese Hindernisse wegnimmst. Der Geist entwickelt sich auch in allerfrühester Jugend schon am Leben. Aber sein Leben ist dasjenige, das man als Erzieher in seiner Umgebung enfaltet. |
| (Novo 24/7/10) Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, p. 74. Trad. VWS, rev. SALS. A esse trecho segue-se imediatamente o citado abaixo, "A tarefa do educador é ter ..." | ||
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As três regras de ouro
da arte de educar e de lecionar que, em cada professor, em cada educador,
devem ser disposição total, impulso total para o trabalho,
que não podem ser concebidas simplesmente de maneira intelectual,
mas devem ser apreendidas a partir do ser humano global, devem ser: [1] Gratidão religiosa frente ao cosmo que se manifesta na criança, [2] unida à consciência de que a criança representa um enigma divino, que se deve solucionar mediante a arte de ensinar. [3] Praticar com amor um método de ensino pelo qual a criança se educa instintivamente junto a nós, de modo que não se ameace a sua liberdade, que deve ser considerada também onde se encontra o elemento inconsciente da força orgânica de crescimento. |
Die drei goldenen Regeln der
Erziehungs- und Unterrichtskunst, die in jedem Lehrer, jedem Erzieher,
ganz Gesinnung, ganz Impuls der Arbeit sein müssen, die nicht bloss
intellektualistisch gefasst werden dürfen, sondern die von dem ganzen
Meschen erfasst werden müssen, die müssen sein: Religiöse Dankbarkeit gegenüber der Welt, die sich in dem Kinde offenbart, vereinigt mit dem Bewusstsein, dass das Kind ein göttliches Rätsel darstellt, das man mit seiner Erziehungskunst lösen soll. In Liebe geübte Erziehungsmethode, durch die das Kind sich instinktiv an uns selbst erzieht, so dass man dem Kinde die Freiheit nicht gefährdet, die auch da geachtet werden soll, wo sie das unbewusste Element der organischen Wachstumskraft ist. |
| Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, p. 75. Trad. e enumeração das regras de VWS, rev. SALS. | ||
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Permitam-me dizer algo bastante herético: adora-se dar bonecas na mão das crianças, especialmente bonecas "lindas". Não se nota que as crianças em realidade não querem isso. Elas as rejeitam, mas elas são impingidas. Lindas bonecas, pintadas! Muito melhor é dar às crianças um lenço ou, quando é pena estragar um, dar outra coisa; ajeita-se [um pano] faz-se aqui uma cabeça, pinta-se um nariz, dois olhos etc., e com isso crianças sadias brincam com muito mais gosto de que com bonecas "lindas", pois a boneca configurada o mais bonito possível, até com bochechas vermelhas, não deixa sobrar nada para a fantasia. A criança resseca interiormente com a boneca linda. |
Gestatten Sie mir, etwas recht Ketzerisches zu sagen: man liebt ja, den Kindern Puppen in die Hand zu geben, ganz besonders "schöne" Puppen. Man merkt nicht, dass die Kinder das eingentlich nicht wollen. Sie weisen es zurück, aber man drängt es ihnen auf. Schöne Puppen, schön angestrichene! Viel besser ist es, den Kindern ein Taschentuch zu geben, oder wenn ein Taschentuch zu schade ist, irgend etwas anderes; man macht die Sache zusammen, macht hier einen Kopf, malt eine Nase, zwei Augen und so weiter und damit spielen gesunde Kinder viel lieber als mit "schönen" Puppen, wiel die Puppe möglichst schön gestaltet ist, mit roten Wangen sogar, für die Phantasie nichts übrig bleibt. Das kind verödet innerlich neben der schönen Puppe. |
| (Novo 23/7/10) Fonte: GA 305, palestra de 23/8/1922, p. 139. Trad. VWS, rev. SALS. Ver observação no texto anterior. | ||
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O julgamento moral não deve ser inoculado na criança. Deve-se prepará-lo de tal modo que, quando a criança, com a maturidade sexual, desperta para a força completa do julgamento, consegue, pela observação da vida, formar por si própria o julgamento moral. A pior forma de atingi-lo é transmitir à criança uma ordem pronta. Atinge-se-o, no entanto, quando se atua por meio de um exemplo ou colocam-se exemplos diante dela. Deve-se dar à criança imagens para o bem por meio de narrativas de pessoas que foram ou são boas, ou por elaboração de pessoas boas adequada à fantasia. [...] Não se apela ao intelecto, mas à simpatia para com o bem e à antipatia para com o mal que, sob forma de imagem surgem diante da alma da criança. Assim a alma é preparada de tal maneira que, posteriormente, o julgamento pelo sentimento possa amadurecer na idade correta como julgamento intelectual. Não se trata de transmitir o "você deve", porém de despertar um julgamento estético na criança, de modo que o bem lhe agrade, tenha simpatia para com ele, e tenha desagrado, antipatia, para com o mal, quando seu sentir é defrontado com fatos morais. | Das moralische Urteil soll man dem Kinde nicht einimpfen. Man soll es so vorbereiten, dass das Kind, wenn es mit der Geschlechtsreife zur vollen Urteilskraft erwacht, an der Beobachtung des Lebens sich selber das moralische Urteil bilden kann. Das erreicht man am wenigsten, wenn man das fertige Gebot dem Kinde übermittelt. Man erreicht es aber, wenn man durch das Vorbild oder das Vor-Augen-Stellen von Vorbildern wirkt. Man gebe dem Kinde durch die Schilderung solcher Menschen, die gut gewesen sind oder gut sind, oder durch phantasiegemäss ausgestaltete gute Menschen Bilder für das Gute. [...] Es wird nicht an den Intellekt appelliert, sondenrn an die Sympathie mit dem Guten, das im Bilde dem Kinde vor die Seele tritt, und an die Antipathie gegenüber dem Bösen. Dadurch wird die Seele so vorbereitet, dass das Gefühlsurteil später zum intellektuellen Urteil im rechten Alter ausreifen kann. Nicht auf die Vermittlung des "Du sollst" kommt es an, sondern darauf, dass man in dem Kinde ein ästhetisches Urteil hervorrruft, so dass ihm das Gute gafällt, es mit ihm Sympathie hat, und dass es Missfallen, Antipathie gegenüber dem Bösen hat, wenn sein Empfinden den moralischen Tatsachen gegenübersteht. |
| Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, pp. 68-69. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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O professor necessita de uma ciência a partir da qual ele ainda possa amar seres humanos, pois ele deve primeiramente amar seu próprio saber, seu próprio conhecimento. Um profundo sentido oculta-se por detrás do fato de que antigamente não se falava de um simples conhecimento como aquilo que o ser humano devia conquistar, mas de uma filo-sofia, do amor à sabedoria. Isto é o que a Antroposofia quer devolver novamente aos seres humanos, aproximar o conhecimento novamente do ser humano. |
Der Lehrer braucht eine Wissenschaft, aus der heraus er Menschen noch lieben kann, weil er zuerst sein eigenes Wissen, seine eigene Erkenntnis lieben soll. Es steckt ein tiefer Sinn dahinter, dass ursprunglich einmal man nicht gesprochen hat von blosser Erkenntnis als demjenigen das sich der Mensch erringen soll, sondern von Philo-Sophie, von der Liebe zur Weisheit. Das ist dasjenige, was Anthroposophie den Menschen wiederum zurückgeben will, wiederum die Erkenntnis an den Menschen heranzuführen. |
| Fonte: GA 305, palestra de 25/8/1922, pp. 179-80. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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Da troca dos dentes até a puberdade não há nada
que atue para o interior da criança, que o educador não
traga a partir do amor para com o próprio ato de ensinar. O que,
como educador, se executa com amor é sentido pela criança
nessa idade como algo que ela deve se apoderar, para se tornar um ser
humano. |
Vom Zahnwechsel bis zur Geschlechtsreife ist nichts in das Kind hinein
wirksam, das nicht beim Erziehenden getragen ist von der Liebe zur Erziehungstat
selber. Was man in Liebe als Erzieher ausführt, das wird von dem
Kinde in diesem Lebensalter als etwas empfunden, das es sich aneignen
muss, um ein Mensch zu sein. |
| Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, p. 73. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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A tarefa do educador é ter a maior abnegação possível. Ele deve viver no ambiente da criança de tal modo que o espírito desta possa desenvolver, em atitude de simpatia, sua própria vida ao lado da vida do educador. Nunca se deve querer tornar as crianças uma imagem de si próprio. Aquilo que havia no próprio educador não deve continuar a viver nelas como coação, como tirania, nem mesmo quando elas terão crescido para além da idade escolar e da educação. |
Die allergrösste Selbstverleugnung ist Aufgabe des Erziehers. Er muss in der Umgebung des Kinde so leben, dass der Kindesgeist in Sympathie das eigene Leben an dem Leben des Erziehers enfalten kann. Man darf niemals die Kinder zu einem Abbild von sich selbst machen wollen. Es soll in ihnen nicht fortleben in Zwang, in Tyrannei dasjenige, was in dem Erzieher selbst war, noch in derjenigen Zeit, in denen sie hinausgewachsen sind über Schule und Erziehung. |
| (Novo 23/7/10) Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, p. 74. Trad. VWS, rev. SALS. Esse trecho segue-se imediatamente depois do citado acima, "Não se deve dizer a si próprio ..." | ||
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Deve-se ter um sentimento, uma sensação, de que com a idade de 14, 15 anos têm-se novas crianças diante de si, não as mesmas que se tinham antes. [*] A transformação completa-se relativamente rápido para um ou para outro indivíduo. Assim, pode ocorrer que o professor, que permanece dormente e não tem nenhum sentido para a transformação que fazem os jovens que lhe são confiados, perde a oportunidade de perceber essa transformação, de modo que muitas vezes não vê que, repentinamente, tem um novo ser humano diante de si. |
Man muss ein Gefühl dafür haben, eine Empfindung, dass man mit dem 14., 15. Jahre ganz neue Menschenkinder vor sich hat, nicht dieselben, die man früher hatte. Und verhältnismässig sehr rasch vollzieht sich für das eine und für das andere Individuum die Umwandelung, so dass es sein kann, dass der Lehrer, der da schläft und keinen Sinn hat für die Umwandelung, die die Menschen, die ihm anvertraut sind, neben ihm durchmachen, diese Umwandelung eben verschläft, dass er nich sieht, wie er oftmals plötzlich vor einem neuen Menschenwesen steht. |
| (Novo 24/7/10) Fonte: GA 305, palestra de 25/8/1922, p. 168. Trad. VWS, rev. SALS. [*] N. do T. Steiner dá um exemplo a esse respeito: é como se de repente o Sol não nascesse de manhã, isto é, acontece o absolutamente inesperado. | ||
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A querida luz do Sol Ilumina-me o dia. A força espiritual da alma Dá força aos membros; Em brilho de luz do Sol Venero, ó Deus, A força humana, que Tu Em minha alma para mim Tão bondoso plantaste, Para que eu possa ser laborioso E desejoso de aprender. De Ti provém luz e força, Para ti flui amor e gratidão. |
Der Sonne liebes Licht |
| Fonte: GA 40, p. 244. Na p. 279 está anotado "Para as 4 primeiras séries da Escola Waldorf Livre de Stuttgart 1919". Ritmos assinalados: 1ª parte iambo/anapesto; 2ª parte: iambo. Trad. VWS. Esse verso é falado pelos alunos de cada uma daquelas classes das escolas Waldorf do mundo inteiro, no início das aulas pela manhã. | ||
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(1) Eu contemplo o mundo, Onde o Sol reluz, Onde as estrelas cintilam, Onde as pedras jazem, As plantas vivendo crescem, Os animais, sentindo, vivem, No qual o ser humano com alma Dá morada ao espírito; Eu contemplo a alma, Que vive para mim no íntimo. O espírito de Deus tece Na luz do Sol e da alma, No espaço, no exterior, Nas profundezas da alma, no interior. A Ti, ó espírito de Deus, Quero dirigir-me suplicando, Que força e bênção Para o estudar e para o trabalho Cresçam (2) em meu interior. |
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(4) |
| Fonte: GA 40, p. 245; na p. 288 está anotado "Para as classes superiores [provavelmente querendo indicar da 9ª série até a 12ª, o fim do ensino médio] da Escola Waldorf Livre, Stuttgart, 1919". (1) Trad. VWS. (2) O original, "wachse", está no singular. (3) Como no fac-simile do manuscrito original; no GA 40 está "Will bittend ich mich wenden". (4) Versão de Ruth Salles, col. Maria Aparecida Franco. Esse verso é falado pelos alunos de cada classe das escolas Waldorf do mundo inteiro, no início das aulas pela manhã. | |||
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O amor para com o suprasensível transforma |
Die Liebe zum Übersinnlichen wandelt Das Erz der Wissenschaft in das Gold der Weisheit |
| Fonte: GA 40, p. 203. Trad. VWS. | ||
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O espírito perece no conhecimento, |
Der Geist erstirbt im Wissen, Im Schauen wird er neu belebt, Im Schauen ersteht die Liebe. |
| Fonte: GA 40, p. 256. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Vivem as plantas |
Es leben die Pflanzen In Sonnenlichtes Kraft. Es wirken die Menschenleiber In Seeelenlichtes Macht. Und was der Pflanze Der Sonne Himmelslicht, Das ist dem Menschenleibe Des Geites Seelenlicht. |
| Fonte: GA 40, p. 218. Trad. VWS. | ||
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O Sol dá |
Die Sonne gibt |
| Fonte: GA 40, p. 243. Na p. 281 está anotado "caderno de notas". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Um segredo da natureza Contemple a planta! Contemple a borboleta! |
Ein Geheimnis der Natur Schaue die Pflanze! Schaue den Schmetterling! |
| Fonte: GA 40, p. 158 (de uma palestra de 26/10/19230. Trad. VWS. | ||
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A luz do Sol ondeia Pelas amplidões do espaço, O gorjeio dos pássaros ressoa Pelo espaço aéreo, A bênção das plantas germina Do ser terrestre, E as almas humanas elevam-se Com sentimentos de gratidão Aos espíritos do universo. |
Der Sonne Licht durchflutet Des Raumes Weiten, Der Vögel Singen durchhallet Der Luft Gefilde, Der Pflanzen Segen entkeimet Dem Erdenwesen, Und Menschenseelen erheben In Dankgefühlen Sich zu den Geistern der Welt. |
| Fonte: HC 62, p. 5. Trad. SALS. | ||
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Falam para os sentidos humanos |
Es sprechen zu den Menschensinnen |
| Fonte: GA 40, palestra de 9/4/1915, p. 104. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Estrelas falavam antigamente aos seres humanos, No entanto, amadurece na calma silenciosa, |
Sterne sprachen einst zu Menschen, In der Stummen Stille aber reift, |
| Fonte: GA 40, p. 143. Trad. VWS. | ||
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Eis o ser humano No coração tece o sentir, |
Ecce homo (*) In dem Herzen webet Fühlen, |
| Fonte: GA 40, p. 121. Ritmos assinalados: troqueu, troqueu/anfíbraco. Trad. SALS. (*) João 19:5, na vulgata. | ||
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Toda religiosidade livre, que se desenvolverá no futuro no âmbito da humanidade, basear-se-á no fato de que realmente na prática direta da vida, e não simplesmente em teoria, em cada ser humano será reconhecida a imagem da divindade. Então não poderá haver, e não será necessária, nenhuma imposição religiosa, pois o encontro de cada ser humano com outro será de antemão um ato religioso, um sacramento. E ninguém terá necessidade de manter a vida religiosa por meio de uma determinada igreja, que tem instituições exteriores no plano físico. |
Alle freie Religiosität, die sich in der Zukunft innerhalb der Menschheit entwickeln wird, wird darauf beruhen, dass in jedem Menschen das Ebenbild der Gottheit wirklich in unmitterlbarer Lebenspraxis, nicht bloss in der Theorie, anerkannt werde. Dann wird es keinen Religionszwang geben können, dann wird es keinen Religionszwang zu geben brauchen, denn dann wird die Begegnung jedes Menschen mit jeden Meschen von vornherein eine Religiöse Handlung, ein Sakrament sein, und niemand wird durch eine besondere Kirche, die äussere Einrichtungen auf dem physischen Plan hat, nötig haben, das religiöse Leben aufrechtzuerhalten. |
| Fonte: GA 182, palestra de 9/10/1918, "Was tut der Engel in unserem Astralleib" ("Qual é a atividade do anjo em nosso corpo astral?"), p. 16 do volume com 2 palestras do ciclo, p.16-17 da tradução brasileira (trad. R. Lanz. São Paulo: Ed. Antroposófica, 1984). Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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Oração noturna para crianças Da cabeça aos pés |
Kinder Abendgebet Von Kopf bis zum Fuss |
| Fonte: GA 40, p. 238. Este verso é usado por antropósofos como oração ao colocarem seus filhos pequenos na cama à noite. Steiner acrescentou o seguinte (p. 238): "Não ensinar! Um adulto fala [o verso] toda a noite; aos poucos a criança fala palavras, depois linhas e assim aprende toda a oração." Trad. VWS. | ||
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Oração para crianças Eu olho para o mundo das estrelas Eu olho para meu próprio coração Eu não compreendo nada do brilho das estrelas |
Kindergebet Ich schau in die Sternenwelt Ich schau ins eigene Herz Ich verstehe nichts vom Sternenglanz |
| Fonte: GA 40, p. 255. Na p. 288 consta: "Oração para um menino de 9 anos, 9/8/1920". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Oração noturna para crianças Meu coração agradece, |
Kinder Abendgebet Mein Herz dankt, |
| Fonte: GA 40, p. 241. Na p. 293 consta: "Para as crianças da família H., Tübingen, 2/6/1919". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Oração para crianças Como o Sol no céu |
Kindergebet Wie die Sonne am Himmel |
| Fonte: GA 40, p. 265. Na p. 293 consta: "Praga, 5/4/1924". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Oração para as refeições Germinam as plantas na noite da Terra, Assim germina a alma no relicário do coração, |
Tischgebet Es keimen die Pflanzen in der Erdennacht, So keimet die Seele in des Herzens Schrein, |
| Fonte: GA 40, p. 76. Na p. 284 consta: "2/10/1909". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Da coragem dos lutadores, |
Aus der Mut der Kämpfer, |
| Fonte: GA 166, palestra de 25/1/1916, p. 33. Esse verso foi falado por Steiner no fim de várias palestras dadas durante a 1ª guerra mundial. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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A história é, na verdade, o desenvolvimento do gênero
humano para a liberdade. No lugar de crença em Deus |
Die Geschichte ist in Wahrheit die Entwicklung des Menschengeschlechtes
zur Freiheit. An Gottesglaubens Stelle |
| Fonte: GA 40, p. 196. Na p. 281 consta: "Caderno de notas, 1892." Trad. VWS. | ||
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A natureza faz do ser humano um mero ser natural; a sociedade, um ser que age segundo leis; somente ele próprio pode fazer de si um ser livre. De suas amarras, a natureza liberta o ser humano em um certo estágio de seu desenvolvimento; a sociedade leva esse desenvolvimento até um ponto adiante; o último polimento só o ser humano pode dar a si mesmo. |
Die Natur macht aus dem Manschen bloss ein Naturwesen; die Gesellschaft ein gesetzmässig handelndes; ein freies Wesen kann eu nur selbst aus sich machen. Die Natur lässt den Menschen in einem gewissen Stadium seiner Entwickelung aus ihr Fesseln los; die Gesellschaft führt diese Entwickelung bis zu einem weiteren Punkte; den letzten Schliff kann nur der Mensch sich selbst geben. |
| Fonte: GA 4, p. 127, cap. IX, Die idee der Freiheit ("A ideia da liberdade"). Ênfases do autor. Trad. VWS. Na ed. traduzida, p. 119. | ||
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Viver no amor à ação e deixar viver na compreensão do querer alheio, é a máxima fundamental de seres humanos livres. Eles não conhecem nenhum outro dever (*) senão aquele com o qual seu querer vincula-se em harmonia intuitiva; como eles quererão em casos específicos, ser-lhes-á dito pela sua faculdade de ter ideias. |
Leben in der Liebe zum Handeln und Lebenlassen im Verständnisse des fremdem Wollens ist die Grundmaxime der freien Menschen. Sie kennen kein kein anderes Sollen als dasjenige, mit dem sich ihr Wollen in intuitiven Einklang versetzt; wie sie in einem besonderen Falle wollen werden, das wird inhnen ihr Ideenvermögen sagen. |
| Fonte: GA 4, p. 124, cap. IX, Die idee der Freiheit ("A ideia da liberdade"). Ênfases do autor. Trad. VWS; rev. SALS. (*) No sentido do verbo, e não do substantivo. Na ed. traduzida, p. 116. | ||
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Nesse fato, de o ser humano em seu momentâneo representar mentalmente vive não no ser, mas somente em um espelhamento do ser, em um ser imagético, repousa a possibilidade do desenvolvimento da liberdade. Todo estar na consciência é algo coercivo. Somente a imagem pode não coagir. Se algo deve ocorrer por meio de sua impressão, então deve ocorrer completamente independente dela. |
In dieser Tatsache, dass der Mensch in seinem augenblicklichen Vorstellen nicht im Sein, sondern nur in einer Spiegelung des Seins, in einem Bild-Sein lebt, liegt die Möglichkeit der Entfaltung der Freiheit. Alles Sein im Bewusstsein ist ein Zwingendes. Allein das Bild kann nicht zwingen. Soll durch seinen Eindruck etwas geschehen, so muss es ganz unabhängig von ihm geschehen. |
| Fonte: GA 26, p. 216, cap. "Die Freiheit des Menschen und das Michael-Zeitalter" (A liberdade humana e a era de Micael). Ênfases do autor. [O autor refere-se a imagens criadas mentalmente, e não representações mentais de objetos do mundo real.] Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Nossa vida é composta a partir de atos da liberdade e da falta de liberdade. No entanto, não podemos pensar sobre o conceito completo do ser humano, sem chegar ao espírito livre como a mais pura manifestação da natureza humana. Somente somos verdadeiros seres humanos na medida em que somos livres. |
Aus Handlungen der Freiheit und der Unfreiheit sezt sich unser Leben zusammen. Wir können aber den Begriff des Menschen nicht zu Ende denken, ohne auf den freien Geist als die reinste Ausprägung der menschlichen Natur zu kommen. Warhaft Menschen sind wir doch nur, insofern wir frei sind. |
| Fonte: GA 4, p. 125, cap. IX Die Idee der Freiheit (A ideia da liberdade). Trad. VWS, rev. SALS. Ênfase do autor. Na edição traduzida, p. 117. | ||
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Vivemos na era do materialismo. Devido ao destino, o que acontece
em nosso redor, em nós mesmos, encontra-se por um lado sob
o signo do materialismo, e por outro do intelectualismo que, por enquanto,
está espalhado por toda parte. [...] É preciso conscientizar-se
quão intensamente o ser humano está hoje sob a influência
dessas duas correntes da época. Pois é quase impossível
subtrair-se dessas correntes da época, do intelectualismo e
do materialismo, assim como é impossível, sem guarda-chuva,
não se molhar quando chove. Elas existem em toda nossa volta. |
Wir leben in der Zeit des Materialismus. Dasjenige, was schicksalsmässig
sich um uns, in uns abspielt, steht ja alles im Zeichen dieses Materialismus
auf der eine Seite und des zunächst überallhin verstreuten
Intellecktualismus auf der anderen Seite. [
] Man muss sich bewusst
warden, wie stark heute unter dem Einfluss dieser beiden Zeitströmmungen
der Mensch steht. Denn es ist fast unmöglich, sich diesen Zeitströmungen
des Intellektualismus und des Materialismus zu entiehen, wie es unmöglich
ist, ohne Regenschirm, wenn es regent, nicht nass zu werden. Es ist
eben überall um uns herum da. |
| (Novo 13/8/10) Fonte: GA 237, palestra de 4/8/1924, p. 152. Trad. SALS. | ||
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Vejam, isso vem do fato de o materialismo ser verdadeiro, como eu já afirmei muitas vezes. O materialismo não está errado, ele tem razão! Esta é a causa. O antropósofo deveria aprender especialmente que o materialismo está correto. Contudo, ele deveria aprendê-lo do seguinte modo: o materialismo tem razão, mas vale somente para a corporalidade física. As pessoas materialistas conhecem apenas a corporalidade física, ou ao menos acreditam conhecê-la. O engano é este; ele não se encontra no materialismo. Quando se estuda de modo materialista anatomia, fisiologia ou a vida prática, conhece-se a verdade; ela, todavia, só tem validade no âmbito físico. A partir do âmago da natureza humana é preciso confessar que em seu próprio âmbito o materialismo tem razão, e que o aspecto mais brilhante dos tempos mais recentes é o fato de se ter encontrado a veracidade no campo do materialismo. |
Sehen Sie, es kommt daher, dass der Materialismum eben Wahr ist - was ich schon öfter gesagt habe -, dass der Materialismus nicht unrecht hat, sondern recht hat! Davon kommt es. Und der Anthroposoph sollte auf eine besondere Art lernen, dass der Materialismus recht hat. Er sollte es nämlich auf die Weise lernen: dass der Materialismus recht hat, aber nur für die physische Leiblichkeit gilt. Die anderen Menschen, die Materiasliten sind, die kennen nur die physische Leiblichkeit, oder glauben sie wenigstens zu kennen. Das ist der Irrtum, nicht im Materialismus liegt der Irrtum. Wenn man auf materialistische Art Anatomie, Physiologie oder das praktische Leben kennenlernt, so lernt man die Wahrheit kennen, aber sie gilt nur für das Physische. Und dieses Geständnis muss ganz aus dem Innersten des Menschenwesens heraus gemacht werden: dass der Materialismus recht hat auf seinem Gebiete, und dass es gerade das Glänzende der neueren Zeit ist, das Richtige auf dem Gebiete des Materialismus gefunden zu haben. |
| (Novo 13/8/10) Fonte: GA 238, palestra de 4/8/1924, p. 155. Trad. SALS. | ||
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O trágico de nossa época orientada pelo materialismo é que, do ponto de vista exterior, ela descobre muitos fatos físicos, mas não obtém o seu relacionamento, que está no espiritual. O conhecimento dessa época dirige todos os olhares para o físico; porém, falta-lhe o conhecimento do significado do físico, do material. Precisamente o significado do material não pode ser compreendido pela ciência orientada pelo materialismo. A pesquisa do material sem um senso para o espiritual, que ilumina o material, é como ficar tateando em um quarto escuro. A ciência do espiritual mostrará, em tudo, precisamente a atuação do espírito no físico. Quando se trabalha nessa direção, não se idolatra um sonho místico como sendo o espírito, porém seguir-se-á o espírito em todas as atividades do mundo material. Pois somente se cultiva um conhecimento verdadeiro, quando se reconhece o espírito como o que cria a matéria em toda parte; não quando, como místico, se adora um espírito abstrato entronado no mundo da fantasia, e de resto se vê tudo o que é material inserido numa existência universal sem espírito. |
Es ist das Tragische unserer materialistisch orientierten Zeit, dass sie äusserlich angesehen viele physische Tatsachen entdeckt, aber deren Zusammenhang nicht hat, der im Geistigen liegt. Die Erkenntnis dieser Zeit richtet alle Blicke auf das Physische; aber es fehlt ihr die Einsicht in die Bedeutung des Physischen, des Materiellen. Von der materialistisch orientierten Wissenschaft kann gerade die Bedeutung des Materiellen nicht durchschaut werden. Die Erforschung des Materiellen ohne Sinn für das Geistige, das das Materielle erst beleuchtet, ist wie das Herumtasten in einem finsteren Zimmer. Die Wissenschaft vom Spirituellen wird gerade das Hereinwirken des Geistes in das Physische überall zeigen. Wenn in dieser Richtung die Erkenntnis sich betätigt, wird man nicht ein mystisch Erträumtes als Geist anbeten, sondern man wird den Geist verfolgen in alle einzelnen Betätigungen innerhalb der materiellen Welt. Denn nur, wenn man den Geist als den schöpferischen, als die Materie überall schaffenden erkennt, pflegt man wahre Erkenntnis; nicht, wenn man als Mystiker einem im Wolkenkuckucksheim thronenden abstrakten Geist anbetet und im übrigen alles Materielle in einem ungeistigen Weltensein erblickt. |
| Fonte: GA 305, palestra de 19/8/1922, p. 65. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Não se deve pensar "misticamente" sobre a meditação, mas também não se deve pensar levianamente sobre ela. A meditação deve ser algo totalmente claro no sentido atual. Porém, ao mesmo tempo, ela é algo que exige paciência e energia anímica interior. Antes de tudo, ainda lhe é pertinente algo que ninguém pode dar a outra pessoa: prometer-se algo a si mesmo e depois mantê-lo. Quando o ser humano começa a fazer meditações, ele realiza por seu intermédio o único ato realmente livre nesta vida humana. Sempre temos em nós a tendência para a liberdade, e já concretizamos uma boa parte dela. Mas quando refletimos sobre isso, encontramos o seguinte: de um lado somos dependentes de nossa hereditariedade, de outro, de nossa educação, ainda de outro de nossa vida. [...] Quando, no entanto, tomamos a decisão de fazer uma meditação à noite e de manhã, para que aos poucos aprendamos a observar o mundo suprassensível, também podemos deixar de fazê-lo cada dia. Nada o impede. [...] Nisso estamos totalmente livres. Esse meditar é uma ação arquetipicamente livre. Se pudermos, no entanto, permanecer fiéis, se prometemos a nós mesmos, e não a outrem, que permaneceremos fiéis a esse meditar, então o fato de conseguir simplesmente ficar fiel a si próprio significa uma enorme força na alma. |
Über die Meditation soll man nicht "mystisch" denken aber man soll auch nicht leicht über sie denken. Die Meditation muss etwas völlig Klares sein in unserem heutigen Sinne. Aber sie ist zugleich etwas, zu dem Geduld und innere Seelenenergie gehört. Und vor allem Dingen gehört etwas dazu was niemand einem anderen Menschen geben kann: es gehört dazu, dass man sich selber etwas versprechen und es dann halten kann. Wenn der Mensch einmal beginnt, Meditationen zu machen, so volzieht er damit die einzige wirklich völlig freie Handlung in diesem menschlichen Leben. Wir haben in uns immer die Tendenz zur Freiheit, auch ein gut Teil der Freiheit verwirklicht. Aber wenn wir nachdenken, werden wir finden: wir sind mit dem einen abhängig von unserer Vererbung, mit dem anderen von userer Erziehung, mit dem dritten von unserem Leben. [...] Wenn wir uns aber vornehmen, abends und morgens eini Meditation zu machen, damit wir allmählich lernen, in die übersinnliche Welt hineinzuschauen, dann können wir das jeden Tag unterlassen. Nichts steht dem entgegen. [...] Wir sind darin vollständig frei. Es ist dieses Meditieren eine urfreie Handlung. Können wir uns trotzdem treu bleiben, versprechen wir uns, nicht einem anderen, sondern nur uns selber einmal, dass wir diesem Meditieren treu bleiben, dann ist das an sich eine ungeheure Kraft im Seelischen, dieses sich einfach treu bleiben können. |
| Fonte: GA 305, palestra de 20/8/1922, pp. 79-80. Trad. VWS, rev. SALS. | ||
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Meditação Eu procuro no interior |
Meditation Ich suche im Innern |
| Fonte: GA 278, palestra de 27/2/1924, p. 203. Trad. VWS; rev. SALS. | ||
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Nos puros raios da luz |
In den reinen Strahlen des Lichtes |
| Fonte: GA 245, p. 35, cap. "Zwei allgemein gegebene Hauptübungen" ("Dois exercícios principais dados em geral", isto é, não foram dados para uma pessoa em particular). Trata-se de um verso para ser usado como tema de meditação. Na p. 110 há explicações sobre cada trecho; o verbo "ruhen" da 5ª linha tem o sentido de tanto de "acalmar-se" como de "repousar". Trad. VWS, rev. SALS. | ||
Volumes da edição da obra completa de Rudolf Steiner (GA Gesammtausgabe)
GA 2. O Método Cognitivo de Goethe Linhas
básicas para uma gnosiologia da cosmovisão goethiana. (Original
de 1886.) Trad. B. Callegaro e J. Cardoso. São Paulo, Ed. Antroposófica,
2ª ed. 2004.
GA 4. A Filosofia da Liberdade Fundamentos para uma
filosofia moderna. (Original de 1894; última ed. revista pelo autor
em 1918.) Trad. M. Veiga. São Paulo: Ed. Antroposófica, 3ª
ed. 2008. Quando o original em alemão é apresentado, ele foi
copiado de Die Philosophie der Freiheit Grundzüge einer
modernen Weltanschauung. Stuttgart: Freies Geitesleben, 1962 (edição
de bolso). Ver o volume completo em inglês.
GA 9. Teosofia Introdução ao conhecimento suprassensível
do mundo e do destino humano. (Original de 1904, 10ª ed. 1922.) Trad.
Daniel Brilhante de Brito e J. Cardoso. São Paulo, Ed. Antroposófica,
7ª ed. 2004.
GA 10. O Conhecimento dos Mundos Superiores A Iniciação.
(Original de 1904/05.) Trad. E. Reinmann. São Paulo: Ed. Antroposófica,
4ª ed. 1996.
GA 15. A direção espiritual do homem e da humanidade.
(Original de 1915.) Trad. L. Viotti. São Paulo: Ed Antroposófica,
1984. Texto revisto por R. Steiner de 3 palestras proferidas em Copenhagen
em 6/1911.
GA 17. O Limiae do Mundo Espiritual Considerações
aforísticas (original de 1912). Trad. R. Lanz. São Paulo:
Ed. Antroposófica, 1994
GA 26. Anthroposophische Leitsätze (Máximas antroposóficas).
(Original de 1924-25.) Dornach: Verlag der Rudolf Steiner-Nachlassverwaltung,
1962.
GA 30. Arte e Estética Segundo Goethe Goethe como
inaugurador de uma estética nova. Trad. Marcelo da Veiga Greuel.
São Paulo, Ed. Antroposófica, 2ª ed. 1998. (Este livreto
contém apenas o artigo de 9/11/1888 do volume original GA 30.)
GA 34 (A). A Educação da Criança Segundo a
Ciência Espiritual. (Original de 1907.) Trad. R. Lanz. São
Paulo: Ed. Antroposófica, 3ª ed. 1996. (Parte do volume GA 34
original.)
GA 34 (B). Reencarnação e carma As
leis cármicas como necessidade científico-espiritual. Trad.
L.C. de Campos. São Paulo: Ed. Antroposófica, 3ª ed. 2005.
(Parte do volume GA 34 original.)
GA 40. Wahrspruchworte (Aforismos) (Originais de 1906-25). Dornach:
Verlag der Rudolf Steiner-Nachlassverwaltung, 1961.
GA 61. Menschengeschichte im Lichte der Geistesforschung (A
história do ser humano à luz da pesquisa espiritual). 16 palestras
proferidas em Berlin, 19/10/1911 a 28/3/1922. Basel: Verlag Zbinden &
Co., 1946.
GA 95. Vor dem Tore der Theosophie (Nos portais da Teosofia).
14 palestras proferidas em Stuttgart 22/8-4/9/1906. Dornach: Rudolf Steiner
Verlag, 4ª ed 1990.
GA 97. Das Christliche Mysterium (O mistério crístico).
Coleção de 31 palestras isoladas proferidas em diversas cidades
entre 9/2/1906 e 17/3/1907.
GA 108. A Educação Prática do Pensamento.
Esta é a palestra de 18/1/1909 do vol. GA 108, Die Beantwortung
von Welt- und Lebensfragen durch Anthroposophie (A resposta de perguntas
universais e de vida por meio da Antroposofia), Dornach: Rudolf Steiner Verlag,
1986. Trad. O. Inglez de Souza. São Paulo: Ed. Antroposófica,
5ª ed. 2003.
GA 112. O Evangelho Segundo João. 14 palestras proferidas
em Kassel, 24/6 a 7/7/1919. Trad. J. Cardoso. São Paulo: Ed. Antroposófica,
2ª ed. 1996.
GA 120. As Manifestações do Carma Os aspectos
decisivos do destino humano. Trad. R. Lanz. São Paulo: Ed. Antroposófica,
2ª ed. 1999.
GA 132. Die Evolution vom Gesichtspunkte des Wahrhaftigen. 5
palestras proferidas em Berlin, 31/10 a 5/12/1911. Dornach: Verlag der Rudolf
Steiner Nachlasscerwaltung, 1958. Ver também A Evolução
sob o Ponto de Vista do Verdadeiro, trad. F. e M. Milanesi. Apostila.
São Paulo: Sociedade Antroposófica no Brasil, sem data.
GA 143. Nervosismo e autoeducação. Amor, poder, sabedoria.
Palestras de 11/1/1912 Nervosität und Ichheit (Nervosismo e egoidade),
e de 17/12/1912 Die Liebe und ihre Bedeutung in der Welt, (O amor e
seu significado no cosmo), traduzidas respectivamente por H. Wilda e C. Kaliks.
São Paulo: Associação Pedagógica Rudolf Steiner,
1990. Volume original: Erfahrung des Übersinnlichen. Die Wege der Seele
zu Christus (Vivência do suprassensível. O caminho da alma
para o Cristo.) 14 palestras isoladas entre 11/1 e 29/12/1912 em várias
cidades. Dornach: Rudof Steiner Verlag, 1994.
GA 166. Notwendigkeit und Freiheit im Weltgeschehen und im mensclichen
Handeln (Necessidade e liberdade nos acontecimentos cósmicos e
na atuação humana). 5 palestra proferidas em Berlin, 25/1 a
8/2/1916. Dornach: Verlag der Rudolf Steiner Nachlassverwaltung, 1960.
GA 182. Der Tod als Lebenswandlung (A morte como mudança
de vida). 9 palestras proferidas entre 29/11/1917 e 16/10/1918. A palestra
citada está também disponível no volume com as palestras
de 9 e de 16/10/1919 do ciclo, intitulado Was tut der Ängel in unserem
Astralleib Wie finde ich den Christus? (O que faz o anjo no nosso
corpo astral Como eu encontro o Cristo?) Dornach: Verlag der
Rudolf Steiner-Nachlassverwaltung, 1970. Ver também O anjo em nosso
corpo astral Como eu encontro o Cristo? Trad. R. Lanz. São
Paulo, Ed. Antroposófica, 6ª ed. 2006.
GA 233. Die Weltgeschichte in anthroposophischer Beleuchtung und
als Grundlage der Erekenntnis des Menschengeistes (A história do
mundo iluminada pela Antroposofia e como base para o conhecimento do espírito
humano). Três ciclos com um total de 19 palestras proferidas em Dornach,
de 24/12/1923 a 22/4/1924. Dornach: Verlag der Rudolf Steiner-Nachlassverwaltung,
1962. Esse volume foi posteriormente subdividido em dois: GA 233 com as palestras
de 24/12/1923 a 1/1/1924, e GA 233a (Mysterienstätten des Mittelalters,
Centros de mistério da Idade Média), com as palestras de 4 a
13/1 e de 22/4/1924.
GA 234. Antroposofia, um Resumo 21 Anos depois. 9 palestras proferidas
em Dornach, 19/1 a 10/2/1924. Trad. M.Motta. São Paulo: Ed. João
de Barro, 2008.
GA 235. Considerações esotéricas sobre relações
cármicas, Vol. I. 12 palestras proferidas em Dornach, de 16/2 a
23/3/1924. Trad. S.A.L. Setzer. Apostila. São Paulo: Sociedade Antroposófica
no Brasil.
GA 237. Esoterishce Betrachtungen Karmische Zusammenhänge,
Band III (Considerações esotéricas sobre
relações cármicas, Vol. 3). 11 palestras proferidas em
Dornach, 1/7-8/8/1924. Dornach: Rudolf Steiner Verlag: TB 713, 1995. A aparecer
como apostila da Sociedade Antroposófica no Brasil.
GA 245. Anweisungen für eine esoterische Schulung. (Indicações
para um desenvolvimento esotérico.) Dornach: Verlag der Rudolf Steiner-Nachlassverwaltung,
1969. (No catálogo geral consta que esse volume não seria mais
editado dentro da coleção geral, passando a fazer parte dos
volumes GA 267 e 268; no entanto este volume estaria disponível como
edição extra.)
GA 276. The Arts and their Mission. (As artes e sua missão.)
8 palestras proferidas em Kristiania (Oslo), 18-20/5/1923 e em Dornach, 27/5-9/6/1923.
Trad. L.D.Monges e V. Moore. New York, Anthroposophic Press, 1964.
GA 278. Eurythmie as Sichtbarer Gesang (A euritmia como canto
visível). Dornach: Philosophisch-Anthroposophischer Verlag am Goetheanum,
1927.
GA 279. Eurythmie als sichtbare Sprache (Euritmia como língua
visível). 15 palestras proferidas para euritmistas, Dornach 24/6-12/7/1924,
com 2 palestras extras de Dornach 4/8/1924 e Penmaenmawr 26/8/1923. Dornach:
Rudolf Steiner Verlag, 5a. ed. 1990.
GA 293. A Arte da Educação O estudo geral do homem,
uma base para a pedagogia. (14 palestras proferidas em Stuttgart de 21/8
a 5/9/1919, por ocasião da fundação da primeira escola
Waldorf). Trad. R. Lanz e J. Cardoso. São Paulo: Ed. Antroposófica,
3ª ed. 2003.
GA 296. A Questão Pedagógica como Questão Social.
São Paulo: Ed. Antroposófica e Federação das Escolas
Waldorf no Brasil, 2009.
GA 302. Reconhecimento do Ser Humano e Realização
do Ensino. 8 palestras proferidas em Stuttgart, 12-19/6/1921. Trad. K.M.
Haetinger. São Paulo: Ed. Antroposófica e Federação
das Escolas Waldorf no Brasil, 2009.
GA 302a. Educação na Puberdade/O Ensino Criativo.
Palestra de 21/6/1922. Trad. R. Lanz e J. Cardoso. São Paulo: Ed. Antroposófica,
3ª ed. 2005. (Este livreto contém apenas as 2 palestras de 1922
do volume original GA 302a.)
GA 305. Die geistig-seelischen Grundkräften der Erziehungskunst.
Spirituelle Werte in Erziehung und sozialen Leben (As forças básicas
anímico-espirituais da arte de educar. Valores espirituais na educação
e na vida social). 12 palestras proferidas em Oxford de 16 a 29/8/1922, mais
uma palestra extra de 20/8. Dornach: Rudolf Steiner Verlag, 1979.
GA 306. A Prática Pedagogócia. Trad. C. Glas.
São Paulo: Ed. Antroposófica, 2000.
GA 308. A Metodologia do Ensino e as Condições da
Vida do Educar. 5 palestras proferidas em Stuttgart, 8-11/4/1924. Trad.
C. Glass. São Paulo: Federação das Escolas Waldorf no
Brasil, 2004.
GA 309. Anthroposophische Pädagogik und ihre Vorausetzungen
(A pedagogia antroposófica e seus prerequisitos). 5 palestras proferidas
de 13 a 17/4/1924, em Berna, Suíça, com perguntas e respostas.
Basel: R.G. Zbinden, 1951.
Catálogo geral (GA, Gesamtausgabe) usado: Katalog des Gesamtwerks. Dornach: Rudolf Steiner Verlag, 1999/2000; buchhandlung@goetheanum.ch.
Obras de outros autores citando R. Steiner
HC 62. Heydebrand, Caroline von. Der Sonne Licht
Lesebuch der Freien Waldorfschule (A luz do Sol Livro texto
da Escola Waldorf). Stuttgart: J.Ch.Mellinger, 7a. ed. 1962.
HH 98. Hätinger, Herwig (ed.). Poemas, Pensamentos Reflexões
para o nosso tempo. São Paulo: Ed. Antroposófica, 2a. ed.
1998.
HJ 84. Hemlebem, Johannes. Rudolf Steiner. Trad. H. Wilda. São
Paulo: Ed. Antroposófica, 1984.
RE 83. Reuschle, Frieda Margaret. Wandlungen (Caminhadas). Stuttgart:
J.Ch. Verlag, 1983. Citado em HH 98.
SH 88. Morgensprüche (Versos para a manhã). Paderborn:
Schriftenreihe Sanatorium Schloss Hamborn 11, 1988/89. Citado em HH
98.
ZA 10. Zajonc, Arthur. Meditação
como Indagação Contemplativa. Trad. J. Cardoso. São
Paulo: Ed. Antroposófica e Sofia Educação Antroposófica,
2010. Original: Meditation as Contemplative Enquiry When knowing
becomes love. Great Barrington: Lindisfarne Press, 2009.
Colaboradores, tradutores e revisores
|
JC
LJ LL MB RYS SALS UW VWS |
Jacira Cardoso Lelia Jenaro Luíza Lameirão Mônica Benda monica.benda@bluewin.ch Rogério Y. Santos rogerio@calcgraf.com.br Sonia A. L. Setzer www.ime.usp.br/~vwsetzer Ute Weitbrecht Valdemar W. Setzer www.ime.usp.br/~vwsetzer |
Agradecemos especialmente a Piotr Tisovec por ter apontado inúmeros
erros de digitação.